27 setembro, 2011

Webcam 101 for Seniors....

Quinta dos Frades by Chakall


Um jantar romântico,
roupa aprumada,
vinho tinto,
conversas fluídas
e a melhor companhia.

24 setembro, 2011

Nevermind


20 anos depois... 

23 setembro, 2011

20 setembro, 2011

Hoje...

Hoje, aproveitei a minha hora de almoço para escrever um pouco. Algumas reflexões apenas. Fui interrompida por diversas vezes. Começo a achar que existe uma certa atracção, uma espécie de curiosidade, porque aparece sempre alguém que questiona o que estou a fazer e pergunta em tom depreciativo se se trata de um diário. Não, não é um diário. É uma carta de amor, respondo. E assim se afastam, ficando a dúvida inicial.
 
 
Hoje, senti que estavas com uma vontade imensa de falar, de desabafar. De partilhar qualquer coisa que te incomoda há já bastante tempo. Não me conheces, apenas trocámos meia dúzia de palavras e confesso que por vezes dou por mim sem me lembrar do teu nome. Tens sempre um sorriso para oferecer. Não sei o porquê, nem mesmo se é sincero. Não estou habituada a isso, a sorrisos sinceros e gratuitos. Infelizmente, habituei-me a desconfiar disso. Mesmo assim e por sentir que ia valer a pena, deixei-te avançar na minha direcção e ouvir o que a custo ias acabando por revelar. Pormenores muito pessoais da tua vida. Continuo sem perceber o porquê de o teres feito comigo, uma pessoa que mal conheces. Mas simultaneamente, sinto-me recompensada por teres confiado em mim, por teres percebido que eu posso guardar os teus segredos.
Entregaste-me um texto teu. Li-o com todo o respeito e carinho. E senti-me identificada com algumas das tuas palavras, por já ter vivido a tua história demasiadas vezes. É triste. E como diria Miguel Esteves Cardoso, “o amor é fodido”. Pois é. E de que maneira.
Não tenho palavras de conforto. Nenhuma delas vai alterar o que pensas ou o que sentes, nem é esse o meu intuito. Apenas te quero dizer que gostei do que li e da simplicidade com que foi escrito. Continua. Cria um blogue, como eu o fiz. Vais ver que te vais sentir melhor. Talvez ele um dia possa ler as palavras que lhe foram dirigidas.
 
 
Hoje, sorri tentando esconder as lágrimas que teimavam em querer saltar cá para fora, quando ligaste para a tua Mãe. Perguntaste a sorrir se estava no céu com o São Pedro e pedias que trouxesse bom tempo, como quem dá um recado. Uma boa cunha realmente…



Keep your head on

Os dias vão passando e tudo permanece igual. Continuamos à espera que algo aconteça, algo que mude significativamente as nossas vidas, mas tudo se mantém no mesmo lugar.
Parece que estamos constantemente à procura de uma coisa qualquer, à procura de algo que parece que faz falta, mas nada parece surgir, nem mesmo num horizonte longínquo.
Às vezes, parece que a vida se desenrola à parte de nós, que somos apenas fantoches fadados a cumprir a rotina do dia-a-dia. Vemos algumas coisas a acontecer a algumas pessoas. Continuamos a lutar, a procurar essa mudança para nós, mas o destino continua a bloquear-nos a passagem e a não nos deixar aceder a outras realidades, a realizar outras possibilidades.
Parece que ficamos esquecidos num canto qualquer, ou apenas depositados numa prateleira para o caso de ser necessário. Como umas correntes de neve num país tropical.
Mesmo assim e em vez de nos deixarmos de importar, continuamos nesta busca incessante. Nesta sede de alcançar algo desconhecido. Talvez faça parte da natureza humana, talvez seja isso que faz de nós pessoas melhores. Ou talvez não. Talvez sejam apenas desculpas ou uma espécie de artimanha em jeito de auto-defesa que o nosso cérebro impõe para nos manter a mente sempre ocupada com qualquer coisa. E aquilo fica ali… sempre a picar o miolo. Como uma coisa que não aquece nem arrefece e que, certamente, nunca se resolve. Algo que incomoda como um aguilhão, mas sem a qual não podemos viver.
Talvez devêssemos parar de procurar o que quer que seja onde quer que esteja. Talvez devêssemos somente encontrarmo-nos a nós mesmos. Encarar o que somos e, mesmo que não gostemos daquilo que vemos ou que não esteja ao nosso alcance alterar o que quer que seja, o importante é olhar em frente e não ficar na sombra das mágoas de um passado. Acima de tudo, manter sempre um certo sentido de realidade para evitar dispersões. Organizar ideias e traçar objectivos simples e concretos. Tentar perceber o que realmente é importante, perder tempo com isso. Para que, consequentemente, possamos ganhar outras importâncias que não se obtêm com dinheiro algum. Tentar sair deste estado de dormência e viver mais acordados, durante maiores espaços de tempo. Desfrutar do que nos é oferecido sem olhar para trás e sem tentar sequer antever o que nos espera. Tentar sorrir mais vezes… Fortalecer o coração.





13 setembro, 2011

07 setembro, 2011

06 setembro, 2011

Zacarias


Hoje é o dia dos Zacarias.
Aqui vai uma homenagem para o único que conheço.


Avante 2011!


Mais um festival a repetir.
Boa música, muitos copos e pessoas genuínas.
Obrigada por me teres levado J

02 setembro, 2011

Avante, aí vou eu!


Pela primeira vez na vida, vou comparecer na festa do avante!


The Truth



For dark times, dark songs... with good videos.
Dedicated to the lost souls who need to be rescued by love...