13 julho, 2011

500 quê?...

… foi a reacção possível ao ouvir a proposta da nova empresa. Parece uma anedota.
Realmente, as pessoas não têm noção do trabalho e das capacidades de cada um. Preocupam-se apenas com o “venha a nós o vosso reino”. Lucro e mais lucro, pagando o mínimo possível a quem lhe põe efectivamente o pão na mesa (e outras coisas que tais).
Ora então: prestação da casa, condomínio, água, luz, passe, tv cabo, telemóvel, gasolina, seguro do carro, da casa, de vida, de saúde, cartão de crédito, taxa de conservação de esgotos (quéisso?...), IMI, IUC e outros I’s quês mais em que nem quero pensar. Já para não falar no imposto extraordinário e mais o que se vão lembrar de inventar para reciclar o país… já que alguém mal disposto, num bad mood…y’s, o chegou a considerar lixo.
Pois então… “500 Quê” não é uma hipótese viável. Dada a conjuntura económica do meu bolso, prefiro manter-me naquilo que é seguro e que mal ou bem me vai pagando as contas.
Por isso (e mesmo não estando propriamente no desemprego, mas antes num stand-by laboral até que me arranjem outro projecto), estou oficialmente à procura de trabalho. Chamem-lhe emprego se quiserem, mas eu pessoalmente prefiro trabalhar. Diz que custa menos e até ajuda a passar o tempo. Manias…
Então, vou mexer cordelinhos, falar com alguns contactos e passar a pente fino os sites que existem para o efeito. Vão ser estas as minhas tarefas entre a lida da casa e umas idas à praia. Sim, porque onze anos depois, também sabe bem parar um bocadinho. Mas só duas semaninhas, que é para não começar a estupidificar.
E aí vou eu rumo a sul para descansar um pouco e pôr as ideias em ordem. Curtir o sol, muita música e bons petiscos. Pode ser que com um pouco de energia positiva, surja uma oportunidade.
Até lá, aceitam-se propostas!...



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