13 abril, 2011

Beloved rest...

Há momentos em que temos que parar. O ritmo é demasiado acelerado, o descanso necessário escasseia e a alimentação não é a mais apropriada. Quase nem nos apercebemos da rapidez com que tudo acontece e do grau de exigência a que estamos submetidos. Não podemos parar e somos levados até ao limite - psicológica, emocional e fisicamente. Até que chega o momento em que tudo se ressente. O corpo quebra. Cedemos. Entregamo-nos à cama e, só após longas horas de um sono profundo, nos apercebemos que realmente estávamos mesmo a precisar daquilo. E, como nos pacotes de café, hoje foi o dia. Caí à cama, pois tinha ultrapassado o limite...

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